“Piauí produzirá 6 milhões de m² de petróleo por dia”, diz Wellington


O governador Wellington Dias (PT) anunciou nesta sexta-feira (21), durante visita do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) em Teresina, que o Piauí deverá ser um dos grandes produtores de petróleo do país. De acordo com ele, três empresas multinacionais já mostraram interesses na área que compreende parte da bacia do Parnaíba e a expectativa é de que o Estado possa produzir uma média de 6 milhões de m² por dia a partir de 2017.

Governador Wellington Dias (Foto: João Brito Jr/O Olho)
Wellington afirmou que os grupos Ouro Preto e Galba, além da Petrobras, poderão explorar uma área de 400 mil quilômetros quadrados, que compreende a faixa entre o município de Amarante e o de Uruçuí, no Sul do Estado.
“Esses três são grupos que demonstraram interesse em explorar nossa região que possui petróleo e gás natural. Já sabemos que no lado do Maranhão existe uma grande exploração e lá se produz diariamente cerca de 6 milhões de m² de gás, que gera energia térmica e que abastece fábricas. Assim também queremos fazer no Piauí, visando atrair mais empresas e indústrias”, disse.
Dias garantiu ainda que a Agência Nacional de Petróleo se comprometeu a realizar todo o acompanhamento para que as metas estabelecidas pela empresas possam ser alcançadas até o final de 2017. Segundo ele, cada empresa ganhou mais de 1 bloco para poder iniciar a perfuração dos primeiros poços.
“São 400 mil quilômetros quadrados de área propícia para a exploração. Essa área compreende a região de Amarante, passando por Floriano e vai até os municípios de Uruçuí e Ribeiro Gonçalves. Já conversamos com a ANP e nos garantiram que irão acompanhar todos os trabalhos desde agora para que as empresas possam alcançar os objetivos traçados até o final de 2017”, garantiu.
Com a exploração de gás natural e petróleo na bacia do Parnaíba, de acordo com o governador, outras economias periféricas também irão se beneficiar. Segundo ele, até mesmo a produção de porcelana será atingida e poderá sofrer um impacto positivo.
“Sem dúvidas será um marco. Isso é fundamental para a ampliação do nosso gás veicular, gás residencial e até mesmo para a produção da porcelana”, finalizou.
Fonte: O Olho
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