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Autoridades e moradores em audiência com representante da Agespisa, denunciam situação caótica no abastecimento de água em Vila Nova

A 15ª Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores em Vila Nova do Piauí, realizada nesta sexta-feria (08), foi palco de várias solicitações e reclamações direcionadas à AGESPISA (Águas e Esgotos do Piauí S/A).

08/11/2019 18h38
Por: Da Redação
Fonte: Cidades na Net

A 15ª Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores em Vila Nova do Piauí, realizada nesta sexta-feria (08), foi palco de várias solicitações e reclamações direcionadas à AGESPISA (Águas e Esgotos do Piauí  S/A).

Os motivos de revolta, tanto da sociedade quando dos representantes do povo, os nove vereadores e o prefeito Edilson Brito são referentes a problemas como: irregularidades do abastecimento de água na cidade, desvio de água, cobranças indevidas nos talões com valores exorbitantes, entre outros. Foi ainda solicitado pelos representantes dos poderes executivo e legislativo vila-novense presentes na reunião, a implantação do escritório e o sistema de atendimento no município.

O diretor regional da empresa distribuidora de água, Francisco das Chagas, relatou que assumiu o cargo recentemente e questionou argumentando que o problema deve-se à existência de “gatos” o que significa desvios e ligações clandestinas que não são registradas pelo hidrômetro (contador de água). O mesmo exigiu no plenário da Câmara que os moradores apresentassem provas cabíveis.

Depois de ofícios, solicitações presenciais de moradores e da Prefeitura, encaminhadas à Agespisa para que os problemas fossem solucionados, o prefeito Edilson Brito, se irritou com  a colocação do diretor regional da Agespisa, e disse que, há pelo menos três anos, o problema vem atormentado os munícipes. “Já fomos até a Agespisa, explicamos a situação, já tivemos audiência pública e as contas de água continuam chegando mesmo tendo sido feito o desligamento. Como é que pode uma coisa dessas?”, questionou.

O gestor no uso da palavra afirmou ainda que prédios pertencentes ao Poder Público estão recebendo tarifas mesmo sem água e defendeu moradores vítimas do descaso da Agespisa que sofrem com valores exorbitantes nas tarifas.

“A Prefeitura está com o nome no CAUC  porque consta como devedor, sendo que já houve o desligamento nos locais. Tem moradores de baixa renda que recebem tarifas com valores exorbitantes que chegam a R$ 400, 00. Como é que um cidadão que recebe um bolsa família vai ter condições de pagar um talão desses, sendo que já foi até a Agespisa para tentar resolver e quando chega lá ficam passando a responsabilidade de um para o outro e nada se resolve. O consumidor dá viagem perdida e volta sem ter sido resolvido nada continuando a receber os talões”, relatou.

O prefeito, ainda no uso da palavra declarou que tem sido alvo de ferrenhas críticas pela população. O gestor solicitou um mutirão para atender os que estão sendo lesionados e caso não haja resolução será encaminhada uma representação para o Ministério Público do Piauí.

O presidente da Câmara Municipal, vereador Adonelys Araújo, conduziu a sessão desta sexta-feira (08), e ressaltou que a luta por melhorias já é de muito tempo e, por conta dos problema recorrentes foi solicitado ao presidente da Agespisa, em Teresina, a construção do escritório com sistema de atendimento aos consumidores.

“Os vereadores Roberto Moura, Adelino Oliveira, Flávio Sousa e o pré-candidato a vereador Enéas Abreu estiveram em Teresina no dia 25 de setembro em reunião solicitando melhorias no abastecimento, e, lá, o presidente da Agespisa nos garantiu que até na segunda feira, 30 de setembro, seriam resolvidos os problemas da água e que o escritório local já estava em andamento para ser montado. No entanto, estamos com os mesmos problemas e nada foi resolvido”, declarou Adonelys.

Após as discussões apresentadas pelo prefeito Edilson Brito juntamente com o vice-prefeito Antônio Tiago e os vereadores: Flávio Sousa, Deijano Lima, Adelino Oliveira, Severo Sousa, Luíz Acelino, Adenilda Bento, Maria das Dores, Adonelys Araújo e Roberto Moura, foi solicitado uma reunião para a próxima quinta-feira (14), na sede da Agespisa, em Picos.

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